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Moradores do Alecrim Miúdo protestam contra obras de pavimentação e rebaixamento de rua

Eles fecharam a estrada principal da comunidade, queimaram pneus e impediram a passagem dos ônibus.
06/09/2017 11h21
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Rachel Pinto

Aconteceu na manhã desta quarta-feira (6), um protesto de moradores na localidade de Alecrim Miúdo, distrito da Matinha em Feira de Santana. Os moradores fecharam a estrada principal da comunidade, queimaram pneus e impediram a passagem dos ônibus. A reivindicação dos moradores é em relação às obras de pavimentação da prefeitura nas ruas da localidade, especialmente o rebaixamento de uma rua que chega a 80 cm.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Com o coro: “Queremos solução”, eles expressaram toda a indignação com relação à realização das obras e pediram providências à prefeitura.

Carlos Alberto Amâncio Barreto, que é mestre de obras e mora em Alecrim Miúdo, disse que tem conhecimento de causa e considera a obra do rebaixamento da rua como irregular. Ele informou que a situação impede inclusive que os moradores tenham acesso às garagens das residências e até a saída de emergência da igreja ficou prejudicada.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

“Paralisamos a obra e gostaríamos que o próprio secretário José Pinheiro pudesse vir aqui para que a gente possa discutir tecnicamente essa situação e de maneira pacífica. Nossa reivindicação não é para satisfazer nossos egos e sim as nossas necessidades”, afirmou.

Para Carlos Alberto, a obra em Alecrim Miúdo impede o direito de ir e vir dos cidadãos. Também moradora da localidade, Demétria Ferreira Alves contou que tem medo que a irregularidade da obra prejudique a estrutura das residências.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

“Em vez de consertar, desconsertou. Esse problema aí a gente tem até medo de dar uma chuva forte e as casas caírem”, finalizou.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

O secretário municipal de desenvolvimento urbano e obras, José Pinheiro, disse que a obra de pavimentação das ruas do Alecrim Miúdo está em andamento e o corte para o rebaixamento na rua que motivou o protesto dos moradores foi necessário em virtude de que seja feito o escoamento das águas. Segundo ele, se não houvesse o rebaixamento, as casas teriam que ser aterradas.

Ele observou que a prefeitura recebe as críticas, mas a obra ainda não está concluída. “A obra só vai terminar quando a rua for rebaixada para as águas correrem. Já contactamos os engenheiros responsáveis e eles explicaram que não há problema nenhum. Estamos discutindo a situação com todos os engenheiros e queremos resolver o problema”, concluiu.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade 

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