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A mina que emergiu de um buraco de tatu

Ele diz que o foco é o social, promover meios para viabilizar o garimpo, mas ressalta que há uma série de providências, incluindo o Ibama.
16/05/2017 16h17
Foto: Reprodução/Ilustrativa

Raimundo Sobreira, superintendente do Departamento Nacional de Pesquisas Minerais (DNPM) na Bahia, vai hoje a Sento Sé levando uma equipe para avaliar o caso da mina de ametista da Serra do Quixaba, que, com apenas 15 dias de descoberta, já reuniu mais de três mil garimpeiros. Ele diz que o foco é o social, promover meios para viabilizar o garimpo, mas ressalta que há uma série de providências, incluindo o Ibama. A mina fica no Parque Nacional do Boqueirão da Onça. – É uma área que só tem veado, tatu e caititu, mas surge no momento de crise temperada com uma seca nunca vista. Aliás, a mina entrou em cena por obra de uma atividade ilegal, a caça. Quinze dias atrás um agricultor, ao lado do filho e outra pessoa, cavava o buraco de um tatu quando deu nas ametistas. Soltou o tatu e fez a festa. Dizem lá que foi o tatu que deu a dica. Para salvar a pele mostrou as pedras.

Muitos minérios

Diz Sobreira que Sento Sé é um município pródigo em minérios. No DNPM tem pedidos de exploração que envolvem 70% do território: – É tudo. Ouro, prata, cristal branco, citrino, manganês e galena. As informações são da coluna Tempo Presente/ do A Tarde. 

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